Não investir continuadamente
em educação e pior a recente alteração do que seria o slogan para o próximo
mandato de Dilma Roussef (Pátria [des] Educadora) nos mostra que o nosso país
não merece qualquer tipo de credibilidade e, pior não tem mesmo futuro de
investimentos seja de seus patriotas, seja dos estrangeiros que nos veem atravessado.
O Brasil ainda não entendeu
que investir em educação e em políticas públicas ligadas a esta área é de fato
a salvação de qualquer nação que se pretende avançar economicamente de forma
sustentável, veja-se por exemplo que a Alemanha e os países nórdicos europeus,
são aqueles que mais investem per capita em educação continuada e por isso os
prejuízos da crise econômica foram menos visíveis, posto que os reflexos dos
altos índices educacionais gera, mais patentes, mais desenvolvimento
tecnológico e consequente mais dividendos.
O Brasil ainda acredita que
colocar mais polícia na rua, câmeras nas esquinas, radares para controlar quem
para em faixas de trânsito ou avançam o sinal vermelho são passíveis de conter
a violência, que “blitz” prendendo quem bebe e dirige vai resolver mortalidade
no trânsito.
Só um país muito ignorante
acredita mesmo que “repressão sem educação vai gerar mudança de comportamento”.
Enquanto estivermos no 38º
em índices de educação de qualidade, num ranking de 40 países, não veremos e
não teremos mudanças no índice de roubos, assaltos, violência de toda sorte,
pessoas bebendo e dirigindo, facadas a ciclistas, adolescentes se matando e
matando professores em escolas, mulheres agredidas pelos companheiros, políticos
que se utilizam do serviço público para enriquecer e favorecer amigos, leis
inoperantes, polícia corrupta, cidadãos corruptores, professores preferindo
largar a carreira para serem ambulantes, cantores, qualquer coisa menos
professores e o pior de tudo, seremos sempre conhecidos como o país do samba,
do futebol (tenho minhas dúvidas até quando depois daquele 7 x 1), e de que
tudo acaba em pizza, ... mas fazer o que não é!
O brasileiro é mesmo o povo
mais feliz do mundo, mas eu me pergunto até quando?
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